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O piso condutivo só pode ser usado em hospitais?

O piso condutivo só pode ser usado em hospitais? Em ambientes com grande quantidade de aparelhos elétricos e a manipulação de substâncias inflamáveis, ocorrem descargas eletrostáticas que podem comprometer o funcionamento dos equipamentos e colocar em risco a segurança dos colaboradores. O piso condutivo foi desenvolvido para promover a dissipação de descargas eletrostáticas, protegendo pessoas e máquinas.  As descargas eletrostáticas ocorrem quando existe uma transferência de carga estática entre dois objetos com cargas diferentes (uma positiva, outra negativa).  Neste artigo, vamos saber como é composto um piso condutivo, onde ele deve ser instalado, quais as normas e as melhores soluções de instalação. O que é um piso condutivo? O piso condutivo é um revestimento que dissipa as descargas eletrostáticas geradas por aparelhos elétricos e eletrônicos.  O piso condutivo é composto de base condutiva de carbono e de partículas eletrocondutoras de carbono que estão presentes em toda a extensão do material. Essas propriedades permitem que a carga elétrica seja transferida do piso para uma malha ou fita de cobre instalada abaixo dele. Depois que a carga é transferida para a fita de cobre, ela é direcionada para o sistema de aterramento da edificação. Onde o piso condutivo pode ser instalado? A resolução da ANVISA que dispõe sobre os projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde, estabelece que o piso condutivo deve ser instalado em ambientes onde existam misturas anestésicas inflamáveis com oxigênio ou óxido nitroso, assim como quando houver agentes de desinfecção.   Estabelece ainda que nos ambientes onde houver utilização de piso condutivo e não condutivo, deve-se fazer uma marcação que permita a distinção entre os pisos. Essa norma visa a segurança de pacientes e profissionais de saúde em ambientes cirúrgicos, onde existe o risco maior de choques elétricos e explosões devido ao acúmulo de cargas elétricas geradas pelos aparelhos utilizados e pela manipulação de substâncias inflamáveis. Entretanto, o piso condutivo pode ser instalado em outros ambientes, além das unidades de saúde. Todo ambiente que oferece risco de choques elétricos ou explosões pode ter pisos condutivos por medida de segurança. Portanto, para maior segurança, o piso condutivo também pode ser instalado em indústrias químicas, metalúrgicas e eletroeletrônicas, oficinas mecânicas, áreas de estoques de inflamáveis, fábricas e depósitos de fogos de artifícios, entre outros. Quais as opções mais eficientes de piso condutivo? A principal característica de um piso condutivo é a capacidade de dissipar as cargas eletrostáticas. Mas, para que isso ocorra, é necessário que o piso condutivo seja instalado de forma correta.  A superfície sobre a qual o piso será instalado deve estar em perfeito estado, livre de sujeira, umidade e depressões. Qualquer irregularidade deve ser corrigida antes da aplicação do revestimento, pois é sobre o substrato que será aplicado a malha ou fita de cobre. Uma vez aplicada a fita de cobre sobre o substrato, o piso é executado com adesivo condutivo. Esse procedimento deve sempre ser executado por profissionais qualificados. Os sistemas multicamadas, de pintura, autonivelante e argamassado são especificados com resinas dissipativas, ideais para ambientes que precisam de características condutivas ou anti-estáticas, levando em consideração as necessidades de cada empresa. Entretanto, qualquer que seja a atividade, o piso condutivo deve ser impermeável, apresentar resistência química e mecânica, alta durabilidade e facilidade de higienização. Conheça as soluções Hardyfloor A Hardyfloor possui vários sistemas com características condutivas, todos de acordo com a NBR 14050 que dispõe sobre sistemas de revestimentos de alto desempenho à base de resinas epoxídicas e agregados minerais. São soluções altamente indicadas para ambientes com risco de incêndio ou explosões. O sistema de multicamadas Hardylayer Condutivo é executado em camadas sobrepostas de argamassa, um composto de polímeros em resinas, com aspersão de cargas minerais de alta dureza que formam uma espessura de 1,5 a 4 mm, a depender das solicitações de tráfego. O sistema de pintura Hardypaint Condutivo é composto pelo acabamento em resinas com 100% sólidos. Para a sua instalação, é aplicada uma camada de primer (selador) responsável pela aderência entre o substrato e o acabamento. O sistema autonivelante Hardylux Condutivo é formado por um polímero de resinas, ideal para áreas que necessitam de um alto nível de assepsia, porque possui alta resistência a ataques químicos e abrasivos, além de propriedades fungicidas e bactericidas. O sistema argamassado Hardycoat Condutivo é executado em uma única camada, tornando a aplicação prática e rápida. Composto à base de resinas com 100% sólidos, é um revestimento com extrema resistência química e à abrasão, ideal para edificações submetidas a intensas solicitações químicas e mecânicas. Para concluir a execução com o sistema escolhido, o acabamento meia cana, com formato abaulado, é indispensável para a conservação da estrutura. O acabamento meia cana pode ser executado nas junções de paredes, pilares e teto, evitando o acúmulo de sujidades. Se você ficou em dúvida, nós podemos ajudar! É compreensível. Afinal, a segurança é uma preocupação frequente em ambientes que, pelas suas atividades, oferecem riscos de choques elétricos e explosões.  O cuidado com as instalações e a escolha apropriada do piso são itens importantes a considerar. A Hardyfloor tem mais de 20 anos na especificação de pisos resinados, em parceria com os melhores fornecedores. Conheça nossos cases e fale com a gente! Temos uma equipe qualificada para ajudar você com as melhores soluções, sem choques!

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International Paper / Sylvamo

International Paper / Sylvamo Uma das maiores produtoras mundiais de papel e celulose, a International Paper foi fundada nos Estados Unidos em 1898 por meio da aquisição de várias empresas no ramo.  A International Paper está presente em todos os continentes, com negócios que incluem a distribuição de celulose, papelão kraft, produção de embalagens de papelão ondulado e papelão para embalagens, papelão revestido, celulose fluff e embalagens não reutilizáveis para o setor de serviços de alimentação. No Brasil, a International Paper iniciou suas atividades em 1960, na cidade de Mogi Guaçu, em São Paulo. No ano de 2007 a empresa incorporou aos seus negócios a unidade de Luiz Antônio, em São Paulo. Em 2009, a International Paper colocou em operação a unidade de Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul.  Em 2020, a International Paper anunciou um plano de cisão do segmento de papéis para impressão para criar uma nova empresa, independente e com capital aberto. O objetivo era constituir duas empresas bem posicionadas para criar valor a longo prazo.  A International Paper aumentou então o foco na produção e distribuição de embalagens industriais e anunciou a separação do negócio de papéis para impressão.  Em outubro de 2021, a área de negócio global de papéis de impressão tornou-se finalmente independente, com o nome de Sylvamo. O objetivo anunciado pela nova empresa era produzir o papel de uma maneira mais responsável e sustentável.  Se você já precisou imprimir algum relatório, trabalho acadêmico ou comprovante de transações pela internet, certamente já usou os produtos da Sylvamo. Afinal, quem nunca usou papel Chamex? Vamos conhecer a atuação da Hardyfloor na reforma do piso da Sylvamo que ocorreu em sua unidade de Luíz Antônio, quando ela ainda usava o nome da International Paper em suas operações no Brasil.  Desplacamentos, desníveis e trincas A equipe de produção e manutenção da unidade de Luíz Antônio relatou que estava encontrando dificuldades em manusear e transportar as bobinas de papel na sua área fabril, pois o piso, que já era antigo, estava bastante danificado.  A unidade já havia investido em um equipamento para movimentação das bobinas de papel posicionadas no chão, que utilizava um dispositivo de elevação embutido. Esse equipamento permitia que as bobinas fossem manuseadas sem qualquer assistência adicional.  A ideia era que, com esse equipamento, o piso fosse preservado. Porém, a dificuldade de transporte ocasionada pelo destacamento das placas, desníveis e trincas do piso estava impactando negativamente a produção da unidade. Será que o piso resinado é resistente? O cliente questionou se um revestimento à base de resinas resistiria aos impactos gerados na produção. Além disso, informou que tínhamos apenas 72 horas para a execução de uma área de 350m².  Diferentemente das obras de instalação, em que todo o processo de análise e instalação é feito por uma só empresa, a reforma do piso geralmente exige que ele seja desmontado para que o substrato seja novamente analisado e então seja definido o material que será utilizado na instalação.  Era necessário compreender o que havia prejudicado a estrutura do piso para especificar a melhor solução. Falhas no projeto, na execução ou uso inadequado são os fatores mais frequentes. O desafio da reforma do piso O cliente questionou se cumpriríamos o prazo informado. Não era uma resposta fácil. Sabíamos que o prazo era suficiente para a aplicação, mas o que fazer com o piso antigo?  Quando as placas estão se destacando do piso, o ideal é fazer toda a retirada, inclusive da argamassa, fazer um contrapiso e então especificar o piso escolhido.  Estava claro que não havia condições de instalar um novo piso sobre a estrutura existente e que uma revitalização não daria o resultado esperado. Mas, apesar dos desplacamentos, havia partes do piso que estavam bem aderidas o que exigiria mais atenção na remoção.  Fizemos um teste no local para estimar o tempo necessário entre retirada do piso existente, a análise do substrato e a execução do revestimento especificado. Então, aceitamos o desafio de executar a reforma do piso. Sistema autonivelante, chanfros e tratamento de juntas Depois da retirada do piso e da análise do substrato, escolhemos o nosso Sistema Hardylux UT – Autonivelante Uretano para o revestimento. Fizemos a preparação do substrato, aplicamos o primer e especificamos o sistema escolhido.  Também estucamos o piso. O estuque é uma massa composta de cimento, gesso, areia, cal e água usada para revestir paredes e forros.  Em alguns casos, como o da International Paper, o estuque é usado para corrigir partes danificadas do piso.  Fizemos ainda o tratamento das juntas para evitar o seu esborcinamento (quebra) e o aparecimento de trincas e fissuras, auxiliando na manutenção do aspecto monolítico do piso.  Ainda executamos os chanfros com o objetivo de aumentar a resistência periférica do piso executado. Os chanfros são importantes para preservar a espessura do piso em áreas como bordas de ralos, de tampas metálicas, de grelhas, corredores, entradas e saídas de empilhadeiras.  No final da obra, fizemos a limpeza da área e entregamos o piso especificado com o Sistema Hardylux UT – Autonivelante Uretano com 4mm de espessura no prazo estabelecido, o que atendeu todas as solicitações do cliente. O compromisso da Hardyfloor  A economia global está em constante mudança e as empresas elaboram estratégias para diversificar seus produtos, aumentar a sua participação no mercado e a rentabilidade de seus negócios. Entretanto, essas ações exigem uma estrutura de produção que permita otimizar o seu desempenho, colaborando para a qualidade do material fabricado. Nosso compromisso é proporcionar aos nossos clientes as melhores soluções em pisos resinados para otimizar o desempenho produtivo das empresas. Venha conhecer nossos produtos! Com mais de 20 anos de história, estamos sempre inovando para oferecer as melhores soluções, afinal a Hardyfloor é como o papel: tradicional e moderna ao mesmo tempo!

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Entenda a importância dos revestimentos anticorrosivos.

Entenda a importância dos revestimentos anticorrosivos Os revestimentos anticorrosivos surgiram no cenário industrial para proteger as superfícies contra fluidos e ambientes corrosivos. Esses revestimentos são comumente usados ​​em ambientes onde há um risco elevado de corrosão, como indústrias químicas, farmacêuticas e laboratórios. Os revestimentos anticorrosivos especificados com resinas são altamente resistentes e de grande importância para as indústrias, especialmente aquelas que trabalham com produtos químicos ou condições ambientais adversas.  Neste artigo, vamos falar sobre a importância dos revestimentos anticorrosivos para a estrutura das empresas. Continue a leitura e confira! Quais os prejuízos causados pela corrosão? A corrosão é um processo natural que ocorre quando os metais são expostos a ambientes corrosivos, como a água salgada, produtos químicos ou poluentes atmosféricos. A corrosão pode causar diversos prejuízos, tais como: Redução da vida útil de equipamentos e estruturas, causando danos irreversíveis e comprometendo a sua funcionalidade. A corrosão pode afetar a eficiência dos equipamentos industriais aumentando o consumo de energia e diminuindo a produtividade.  Além disso, a corrosão pode causar falhas em equipamentos importantes como tubulações de petróleo, gases tóxicos e produtos químicos, contaminando o solo e a água, causando danos ambientais.  A corrosão aumenta os custos de manutenção e reparo, tornando mais cara a substituição de peças corroídas e pode levar à contaminação de produtos em contato com equipamentos corroídos, como alimentos, bebidas e produtos químicos. Por isso, os revestimentos anticorrosivos são fundamentais para proteger as estruturas e garantir a segurança das edificações. Vamos compreender melhor.  O que são revestimentos anticorrosivos? Os revestimentos anticorrosivos são construídos para oferecer uma superfície lisa e reforçada, proteger o substrato, superfícies em geral e suportar o desgaste contínuo. Além disso, os revestimentos anticorrosivos precisam ser de fácil manutenção e limpeza para prolongar sua vida útil. Estruturas metálicas, como grades, telhados e portões, possuem uma manutenção mais simples. Uma boa limpeza e manutenção a cada um ou dois anos são suficientes para preservar a estrutura. Entretanto, em grandes estruturas como silos, telhados, adutoras e pontes, o processo de corrosão pode colocar em risco toda a edificação. Trocar as vigas e outros materiais têm um custo muito elevado, o que pode inviabilizar a atividade.  A especificação de um revestimento anticorrosivo adequado é o indicado, pois resiste à corrosão e ao desgaste. Isso acontece porque os revestimentos em resinas especiais, tanto rígidas quanto flexíveis, oferecem uma excelente proteção.   Porém, a Associação Brasileira de Corrosão – ABRACO recomenda que o contratante obtenha as informações necessárias com o fornecedor dos produtos para que a execução do revestimento seja realizada de forma adequada.  Quais as vantagens dos pisos anticorrosivos? A principal vantagem de um revestimento anticorrosivo sobre um comum é a resistência à corrosão. Um revestimento comum pode ser feito de materiais como concreto, azulejo, tintas e resinas não adequadas ou madeira.  Já um revestimento anticorrosivo é especificado com materiais que o tornam resistente à corrosão causada por ácidos, bases e outros produtos químicos corrosivos. Por isso apresentam maior durabilidade.  Alguns revestimentos anticorrosivos oferecem uma superfície lisa ou antiderrapante, também podem apresentar cores que diferenciam a utilização das áreas o que aumenta a segurança dos colaboradores e evita acidentes. Pisos comuns podem ser escorregadios e representar risco de queda e acidentes. Também existem revestimentos anticorrosivos disponíveis em uma ampla variedade de cores e texturas, o que os torna uma opção atraente para as indústrias que desejam melhorar a aparência de suas instalações. Por estas razões, os revestimentos anticorrosivos são uma opção importante para indústrias que lidam com produtos químicos corrosivos ou condições ambientais adversas e precisam garantir a proteção de suas superfícies em geral. Onde usar? O revestimento anticorrosivo possui uma aplicação variada em diversos segmentos do setor industrial. Sua versatilidade e seu potencial de economia fizeram com que este material tenha ganhado o mercado, sendo cada vez mais utilizado e adotado não apenas no setor industrial, mas em muitos outros. Petróleo e gás O processamento do petróleo e do gás envolve a ação de diversas substâncias corrosivas, especialmente considerando os equipamentos tubulares necessários ao transporte. Água, H2S, CO2, substâncias químicas e microrganismos e sólidos em suspensão são os principais responsáveis pela ação corrosiva dentro do processo industrial do petróleo e gás. A aplicação de revestimentos anticorrosivos em peças como tubulações, bombas, válvulas, separadores e outros, faz com que abrasões leves sejam evitadas e o desgaste acabe comprometendo a funcionalidade desses equipamentos. Sucroalcooleiro No setor sucroalcooleiro, o revestimento anticorrosivo pode ser aplicado nas usinas, destilarias e especialmente em áreas que sofrem o monitoramento constante dos órgãos ambientais. Como esse tipo de revestimento evita acidentes e vazamentos e, contar com esta proteção, mostra diligência da empresa com a prevenção aos danos ambientais, especialmente ocasionados pela contaminação de solo e água decorrente do manuseio incorreto da vinhaça. Galvanoplastia A galvanoplastia é um processo que envolve o revestimento de metais simples por metais nobres, visando a conservação e a melhoria das propriedades do produto. A atividade envolve o banho de diversos metais e possui um dos ambientes mais corrosivos considerando outros processos do setor industrial. Justamente por isso, não é todo tipo de revestimento para galvanoplastia que é capaz de aguentar de forma eficiente os impactos da corrosão dessa atividade. Apenas alguns materiais disponíveis no mercado oferecem a real proteção contra a corrosão presente nas atividades desse ramo. Mineração O revestimento anticorrosivo possui uma ampla aplicação contra a corrosão e a abrasão gerada pela polpa e rejeito do minério, tendo aplicação tanto nos equipamentos de transporte, como em bombas, válvulas e conexões. Construção Civil Na construção civil a aplicação do revestimento anticorrosivo garante a proteção contra as intempéries de diferentes ambientes, como por exemplo, os ambientes marinhos. Neste contexto, o revestimento pode ser aplicado em armações de concreto, perfis estruturais, linhas de combate à incêndios e outros. Saneamento No setor de saneamento, o revestimento serve contra a corrosão provocada especialmente pelos efluentes domésticos e industriais, que possuem altas taxas de cloretos, sulfatos e nitratos. Vale a pena considerar os riscos que uma empresa pode sofrer em razão de um vazamento para avaliar o

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É realmente necessário usar impermeabilizante para telhado?

É realmente necessário usar impermeabilizante para telhado? As lajes, as coberturas e os telhados são as partes da estrutura física de uma empresa que estão mais expostas à ação das variações climáticas. Entretanto, nem sempre o teto e os telhados recebem a atenção necessária.  Embora sejam processos naturais, a amplitude térmica, a chuva, o sol, o vento e o calor são fenômenos que causam desgaste às estruturas. Sem a devida proteção, os telhados ficam sujeitos à ação de intempéries, salinidade e ataques químicos.  Esses processos facilitam a formação de goteiras e infiltrações, que podem danificar as máquinas e comprometer a qualidade do estoque e da produção. Por essa razão, é preciso escolher materiais que protejam as estruturas de danos que possam comprometer a saúde dos colaboradores, causar acidentes e danificar o patrimônio da empresa.  Mas será que escolher um bom telhado é suficiente? Ou será realmente necessário usar impermeabilizante para telhado? Vamos descobrir. Quais os tipos mais comuns de telhado industrial? Os telhados industriais são usados para proteger estruturas físicas de empresas ou de locais com grande movimentação de pessoas, como igrejas e quadras esportivas. Por isso são bem diferentes dos telhados domésticos.  Além de cobrir uma área maior, os telhados industriais precisam estar de acordo com as especificações de cada estrutura para proporcionar as condições necessárias ao melhor desempenho das atividades. A primeira etapa na construção do telhado é o projeto. A partir da análise da estrutura necessária para as atividades, é possível definir o tipo de telhado mais adequado. Também é importante escolher materiais de qualidade e selecionar uma equipe treinada para realizar a instalação. Essa combinação otimiza a utilização do tempo e dos materiais, evitando desperdícios.  Os telhados de metal são de fácil instalação e os mais comuns nas áreas comercial e industrial. Geralmente são compostos de materiais duráveis como cobre, aço ou alumínio.  Os telhados de concreto são pré-moldados na fábrica e montados sobre uma estrutura metálica na unidade. Também tem alta durabilidade e resistência. Os telhados compostos de telhas translúcidas são uma alternativa para uma melhor utilização da luz natural. Podem ser compostos de fibra de vidro, policarbonato, vidro, PVC ou polipropileno. Os telhados de asfalto são compostos de vários materiais geralmente revestidos de fibra de vidro. São uma opção inicialmente mais barata, mas que apresenta baixa durabilidade e necessita de manutenção constante.  Os telhados termoacústicos são fabricados com poliuretano rígido, que garante propriedades térmicas e acústicas. Por isso estes telhados são indicados para projetos que necessitam desse tipo de isolamento.  Que problemas que um telhado sem proteção pode causar? Quando uma estrutura está exposta ao sol, a temperatura do ambiente pode ficar elevada, o que compromete a qualidade dos produtos e a segurança dos colaboradores, gerando insalubridade, redução da produtividade e alto custo com climatização. Além disso, independentemente do material usado, a variação de temperatura pode contrair ou dilatar as estruturas do telhado. Essas alterações geram danos como fissuras, trincas e outras imperfeições que permitem a entrada de umidade, criando condições favoráveis para o surgimento de microorganismos.  Quando uma edificação não tem a proteção necessária, a chuva e a umidade também podem danificar as suas estruturas. Isso ocorre porque, em contato com a umidade, o oxigênio presente no ar gera oxidação dos materiais metálicos. A oxidação não tratada dá início ao processo de corrosão, em que o metal de parafusos, juntas e outras estruturas de metal começam a se desprender, ficando mais expostas à ação da atmosfera. Numa fase mais avançada, a corrosão se transforma em hidróxido de ferro, a popular ferrugem. Nessa fase, a resistência do metal já está comprometida, tornando a sua recuperação praticamente inviável. A impermeabilização impede que a umidade e o oxigênio entrem em contato com o ferro, evitando a oxidação e consequentemente a corrosão e a ferrugem.  A impermeabilização evita a ação do oxigênio e passagem de líquidos e umidade para as superfícies, o que preserva também o concreto, pois as estruturas metálicas estão em contato com o concreto.  A impermeabilização do telhado é uma ação necessária para reduzir o efeito que as intempéries podem causar. A partir da impermeabilização, é possível obter um ambiente com características estanques e mais seguras. Por que a borracha líquida é o melhor impermeabilizante para telhado? Existem no mercado várias opções de impermeabilizante para telhado. Entretanto, com o desenvolvimento da tecnologia na área da construção civil, alguns materiais se mostraram mais eficientes e mais sustentáveis que outros. O revestimento em borracha líquida é altamente refletivo, ou seja, reflete o calor em vez de absorvê-lo. Esse processo diminui o calor na superfície onde foi aplicado, o que elimina os choques térmicos que ocasionam dilatação e contração do material do telhado causando fissuras e trincas. Com a redução do calor na superfície, reduz-se também o calor na parte interna da estrutura, o que diminui os custos com energia e climatização dos ambientes, ao mesmo tempo que preserva os materiais e insumos. O revestimento térmico em borracha reduz ruídos e suporta altas temperaturas, além de ser atóxico. As partículas do impermeabilizante tornam as superfícies repelentes à água, o que bloqueia a umidade, impermeabilizando o ambiente de produção.  A impermeabilização em borracha líquida se adapta à superfície, formando uma total cobertura monolítica, que elimina pontos de infiltração. Com isso, reduzem-se os riscos de proliferação de fungos e agentes contaminantes. Agora que você já sabe quais são os benefícios da borracha líquida, vamos conhecer as soluções que a Hardyfloor oferece em impermeabilizante para telhado.  Quais as soluções em impermeabilizante para telhado que a Hardyfloor oferece? Os revestimentos em borracha líquida Hardproof® e Hardyrubber® foram desenvolvidos exclusivamente com matéria-prima nacional e podem ser aplicados diretamente na superfície. Essa aplicação pode ser feita em cimento, cerâmica, pedra, metal, madeira e outros, com um acabamento de alto brilho, impedindo que qualquer tipo de material líquido ou gasoso penetre na superfície.  A tecnologia desenvolvida pela Hardyfloor permitiu que a aplicação dessa resina atóxica tivesse maior durabilidade e resistência a variações climáticas, podendo ser aplicada também em reservatórios de água potável (com

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Conheça os pisos industriais sustentáveis

Conheça os pisos industriais sustentáveis Sustentabilidade é um conceito que vem ganhando espaço nas mídias e no mercado. A conscientização sobre a necessidade de soluções mais ecológicas, com impactos sociais e econômicos positivos, tem direcionado a indústria para novas práticas de produção. O mercado da construção civil tem aderido a modelos cada vez mais sustentáveis em seus serviços. Esses novos modelos abrangem as mais diversas etapas e processos da construção. Essa mudança pode ser constatada na elaboração de projetos que otimizam o aproveitamento dos materiais, nas das metodologias de trabalho que utilizam mais insumos reciclados ou reaproveitados. Além disso, em razão da Política Nacional de Resíduos Sólidos, as empresas de construção civil, entre outras, estão sujeitas à elaboração de plano de gerenciamento de resíduos sólidos.  Entende-se por resíduos da construção civil, os resíduos gerados nas construções, reformas, reparos e demolições de obras, incluídos os resultantes da preparação e escavação de terrenos para obras civis. Como etapa fundamental de qualquer processo de construção, a instalação de pisos e revestimentos também está aderindo ao padrão sustentável exigido no mercado. Vamos entender um pouco melhor o que é sustentabilidade e conhecer os sistemas de pisos industriais sustentáveis. O que é sustentabilidade? Para que um produto ou serviço seja considerado sustentável, é importante avaliar o seu ciclo de vida, ou seja, a série de etapas que envolvem o seu desenvolvimento, a obtenção de matérias-primas e insumos, o processo produtivo, o consumo e a disposição final. Uma solução é caracterizada como sustentável quando, ao ser comparada com as soluções convencionais, apresenta mais impactos positivos sobre o ambiente, a sociedade e a economia. Uma solução sustentável adota materiais mais resistentes, com maior durabilidade, para diminuir a frequência das substituições. Também utiliza recursos de fontes renováveis, com baixo consumo de água e tratamento adequado dos resíduos.  O que são pisos sustentáveis? Os pisos sustentáveis seguem a lógica da produção sustentável. Desta forma, usar critérios que estabeleçam ações de sustentabilidade são uma iniciativa importante na utilização desses pisos. Os pisos ecológicos de origem vegetal são muito utilizados em ambientes domésticos. Os pisos de cortiça, por exemplo, são fabricados de cascas de árvores, preservando-as em seus locais de origem, evitando o desmatamento.  Os pisos de eucalipto são fabricados com madeira exclusiva para essa destinação, retirada de áreas reflorestadas. Os bambus para fabricação de pisos podem ser extraídos sem destruir a matriz.  Os pisos monolíticos drenantes compostos de borracha são desenvolvidos com grânulos de pneu reciclado. Como são monolíticos, não tem rejuntes ou emendas, porém são permeáveis. Esses pisos emborrachados são adequados para áreas externas de escolas, praças, clubes e quadras. São pisos com características de anti-impacto, anti-derrapante, ergonômico, acústico, atóxico e drenante. Os pisos industriais, entretanto, utilizados não apenas em indústrias mas em hospitais, laboratórios, cozinhas industriais, frigoríficos, entre outros, demandam alternativas mais resistentes à intensidade do tráfego, aos impactos típicos de atividades industriais e às constantes ameaças de agentes patogênicos. A NBR 14050 dispõe sobre sistemas de revestimentos de alto desempenho à base de resinas epoxídicas e agregados minerais e estabelece as soluções indicadas para ambientes com risco de incêndio ou explosões. A ANVISA estabelece entre as boas práticas para serviços de alimentação, que o piso, parede e teto tenham revestimento liso, impermeável e lavável, que devem ser mantidos íntegros para evitar a transmissão de contaminantes aos alimentos. A NBR 14785/ABNT, que trata dos requisitos de segurança em laboratório, determina que as paredes, o forro e os pisos devem ser lisos, fáceis de limpar, impermeáveis aos líquidos e resistentes aos produtos químicos e aos desinfetantes geralmente usados no laboratório. Nesses casos, para implantar pisos industriais sustentáveis e cumprir as determinações legais, é importante otimizar a utilização dos recursos, inclusive os já existentes, como nos processos de renovação e revitalização de pisos. Essas ações reduzem sensivelmente a produção de entulho e a utilização de novos materiais.  Como os pisos industriais são aplicados em grandes espaços, é importante pensar que um procedimento de reforma em áreas extensas possui uma demanda intensa de material e gera uma gera uma quantidade proporcional de resíduos. Longos processos de instalação e reforma geram muitos incômodos, poeira e barulho. Em ambientes como escolas e faculdades, assim como em hospitais e clínicas, com pacientes que precisam de condições adequadas de tratamento, é fundamental minimizar esses transtornos. Outra questão importante é a quantidade de resíduos gerados durante a reforma, em que é necessário contratar serviços especializados para realizar o descarte. Os pisos renovados e revitalizados geram menos resíduos, portanto são mais sustentáveis.  Quais as alternativas de pisos industriais sustentáveis? Adotar ações sustentáveis se tornou uma necessidade em todas as áreas empresariais. Na construção civil, a escolha de pisos industriais sustentáveis é uma decisão que impacta positivamente o processo de produção e a qualidade dos serviços.  O Sistema Hardyconcret é um cimento modificado com polímeros, com características de alto fluxo e, ao contrário do concreto tradicional, não requer a adição de quantidades excessivas de água para a execução.  O Sistema Hardyconcret proporciona maior controle de qualidade do material aplicado em obra, sem desperdícios e sem a necessidade de estocagem, o que proporciona maior limpeza e organização.  O Sistema Hardycut é uma forma de revestimento de design sustentável, pois utiliza um material que já foi colocado. Os pisos de concreto polido são de baixa manutenção, pois são duráveis e fáceis de limpar. Seu alto coeficiente de atrito pode torná-lo antiderrapante. O concreto polido reduz os problemas com ácaros e alérgenos e não prolifera o crescimento de fungos. Além disso, é altamente reflexivo, reduz as necessidades de iluminação e pode melhorar a iluminação natural. O piso de concreto polido é muito resistente, sem rachaduras ou ondulações. O Sistema Hardypaint ECO é fabricado com NR-Poli-Cis-Isopreno, um composto à base de borracha vegetal sintética, sem a adição de compostos orgânicos voláteis. Pode ser aplicado em áreas internas e externas e suporta o trânsito de leve a moderado.  A consciência ambiental é um dos alicerces da Hardyfloor. Adotamos em nossos sistemas, pisos industriais sustentáveis com maior durabilidade e qualidade com foco no

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Conheça os melhores pisos, produtos e sistemas para sala limpa dos laboratórios.

Conheça os melhores pisos, produtos e sistemas para sala limpa dos laboratórios A sala limpa é um ambiente onde as condições de temperatura, pressão, fluxo de ar, gases, umidade e movimentação de partículas são cuidadosamente monitoradas. Por esta razão, a sala limpa é um local indispensável em hospitais, laboratórios, indústrias farmacêutica, alimentícia e cosmética, entre outras. . Entretanto, para garantir que as atividades sejam realizadas em condições altamente higiênicas, é necessário construir um ambiente de forma a facilitar a limpeza. As normas que regulam o segmento e as necessidades do cliente estabelecem essas condições.  . Neste artigo, vamos falar sobre a importância de escolher pisos, produtos e sistemas adequados para a sala limpa do laboratório. Continue com a gente e boa leitura! . Por que a sala limpa é tão importante nos laboratórios? . Os laboratórios são áreas críticas porque oferecem alto risco de contaminação pelas substâncias compostas por agentes patogênicos que têm alto potencial de transmissibilidade. Além disso, o laboratório é um espaço onde os  materiais biológicos podem não apenas gerar, mas também sofrer contaminação por agentes externos.  . Por isso, a monitoração da sala limpa deve ser permanente. ​Além disso, existem outras ações de controle como a restrição de acesso à sala e uso de uniformes específicos pelos profissionais.  . Deve-se observar, ainda, que as salas limpas devem ser locais isolados das demais instalações. Essas ações preventivas possibilitam a realização das rotinas do laboratório sem a invasão de agentes externos. Somente com essas precauções é possível garantir a qualidade das análises realizadas.  . Como deve ser a estrutura de uma sala limpa dos laboratórios? . Antes de definir como deve ser estrutura de uma sala limpa de laboratórios, é preciso analisar quais atividades serão desenvolvidas naquele ambiente. O tamanho da sala limpa deve possibilitar a movimentação dos profissionais, diminuindo a probabilidade de contato.  . Os materiais devem estar dispostos organizadamente em compartimentos separados. Além disso, a temperatura deve ser monitorada visando preservar as substâncias que se encontram na sala limpa do laboratório. Outra questão importante é o descarte de resíduos, que deve ser realizado adequadamente. . Porém, também é importante observar que a estrutura deve ter superfícies lisas, que facilitem a limpeza e a desinfecção do ambiente. Os pisos devem ser íntegros e monolíticos, o que é essencial para a segurança dos colaboradores e para a qualidade das análises, das pesquisas e das atividades desenvolvidas nesse local.  . A norma que dispõe sobre os critérios de segurança em laboratórios clínicos, estabelece que as paredes, o forro e os pisos dos laboratórios devem ser lisos, fáceis de limpar, impermeáveis e resistentes a produtos químicos e desinfetantes. . Estabelece ainda que os pisos devem ser desinfetados diariamente ou logo após um derramamento de material. Estabelece ainda a necessidade de um plano de limpeza e desinfecção para toda a área e para os equipamentos utilizados no laboratório. . A ANVISA  também dispõe sobre boas práticas para laboratórios de controle de qualidade e estabelece a implantação de um programa para a “execução, monitoramento, controle e verificação das operações de limpeza, desinfecção e esterilização de superfícies, instalações, equipamentos, instrumentos e materiais, conforme requerido no escopo analítico e nos procedimentos de biossegurança”. . Para isso, é preciso que o piso seja lavável, monolítico (sem juntas), impermeável, antiderrapante, resistente e com rodapés abaulados. Além disso, deve ter cores claras para que qualquer sujidade seja facilmente identificada.  . Quais as soluções da Hardyfloor em pisos, produtos e sistemas para sala limpa? . A composição de uma sala limpa de laboratório exige o cumprimento de vários critérios para a sua execução. Entenda por que a Hardyfloor oferece as melhores soluções: . Possui uma equipe técnica altamente qualificada . A Hardyfloor atua há 25 anos no mercado de pisos e revestimentos à base de resinas com profissionais que atuam há mais de 30 anos no mercado. A equipe da Hardyfloor é altamente qualificada para atender às diversas demandas.  . O  objetivo é o desenvolvimento de soluções sempre de acordo com os padrões estipulados pela International Standards Organization (ISO).  ​. Os projetos de pisos e revestimentos realizados pela Hardyfloor são certificados com relatórios minuciosos, assinados pela equipe técnica responsável, incluindo o núcleo de engenharia.  . Os relatórios técnicos acompanham a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida pelo Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de São Paulo (CREA/SP), atestando a entrega da sala limpa de acordo com as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e ISO.  . Desenvolveu os melhores sistemas . O Sistema Hardylux (autonivelante) é composto de polímeros em resinas (epóxi, uretano, MMA ou poliuretano). É o revestimento ideal para aplicação em áreas onde é necessário um alto nível de assepsia. . O aspecto vítreo e brilhante do Sistema Hardylux possui maior grau de fechamento de poros e tem alta resistência a ataques químicos e abrasivos, fungicidas e bactericidas pois contém “íons de prata”. . O Sistema Hardylux suporta trânsito de leve a intenso, se auto nivelando conforme o substrato. É um sistema aplicado em camada única, formando a espessura especificada dependendo da área a ser revestida, variando entre 2mm a 6mm. . Por causa dessas características, o Sistema Hardylux é um revestimento altamente recomendado para sala limpa não apenas de laboratórios, mas também de indústrias farmacêuticas, hospitais, indústrias alimentícias entre outras.  . Adota importantes detalhes na execução . Para atender à NBR14785 DE 12/2001, a Hardyfloor executa o acabamento em rodapé meia cana especialmente em áreas onde há a necessidade extrema de proteção e limpeza. Essas áreas incluem não apenas o perímetro do piso executado, mas também as junções de paredes, pilares e teto.  . Utiliza produtos de alta performance . O FloorClean é um produto desenvolvido pela Hardyfloor para atender às novas demandas da indústria, visando à minimização dos impactos ambientais e trazendo limpeza, segurança e saúde aos ambientes. . O FloorClean é um desengordurante neutro, solúvel em água, com elevado poder de remoção de sujeiras e com uma espuma controlada. Possui excelente performance, sendo altamente indicado para ambientes com alta assepsia. .

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Conheça o revestimento em poliureia.

Conheça o revestimento em poliureia A poliureia é uma membrana impermeabilizante, bicomponente, com propriedades elastoméricas e altamente resistente.  A poliureia é o resultado da reação de um componente de isocianato e um componente de mistura de resina sintética através de polimerização em crescimento gradual. Os materiais são misturados no próprio local onde ela servirá de revestimento.   Neste artigo, vamos falar sobre a composição da poliureia e suas aplicações. Portanto, continue com a gente e boa leitura. Composição da poliureia O termo poliureia refere-se à substância ureia ou a carbamida que é um composto orgânico com a fórmula química (NH2) 2CO.  A molécula tem dois grupos amina (-NH2) unidos por um grupo funcional carbonilo (C = O). Em uma poliureia, unidades de monômeros alternados de isocianatos e aminas reagem umas com as outras para formar ligações de ureia.  Entretanto, as ureias também podem se formar a partir da reação de isocianatos e água que forma um intermediário ácido carbâmico.  Este ácido rapidamente se decompõe dividindo o dióxido de carbono e deixando para trás uma amina. Esta amina então reage com outro grupo isocianato para formar a ligação de poliureia.  O uso desta reação de dois passos ocorre no que é comumente, ainda que incorretamente, chamado de espuma de poliuretano.  O dióxido de carbono que é liberado nesta reação é o principal agente de sopro (espumante) especialmente em muitas espumas de poliuretano que mais precisamente devem ser chamadas espumas de poliuretano/ureia.  Poliureia e poliuretano são copolímeros presentes na fabricação de spandex, que surgiu em 1959. O objetivo inicial da poliureia era proteger bordas de mesa que levaram ao desenvolvimento de elastômeros de spray de poliuretano e poliureia de dois componentes na década de 90 Mark S Barton e Mark Schlichter US 5534295 patente.  A reatividade rápida da poliureia e sua relativa insensibilidade à umidade tornaram-se úteis para revestimentos em grandes projetos de área superficial. Então, vamos compreender melhor. Aplicações de poliureia As aplicações da poliureia compreendem a contenção secundária, revestimentos de buracos e túnel, forros de tanques e forros para camas de caminhão. Seu uso inclui, ainda, moldagem por pulverização e armaduras. Algumas poliureias atingem pontos fortes de 6000 psi (40MPa) de tensão e mais de 500% de alongamento, tornando-se um revestimento resistente. O tempo de cura rápida permite que muitas capas sejam construídas rapidamente. Em 2014, um material à base de elastômero de poliureia mostrou-se autocurativo, fundindo-se depois de cortado pela metade, sem a adição de catalisadores ou outros produtos químicos.  O material também inclui compostos comercialmente disponíveis de baixo custo. As moléculas de elastômero foram ajustadas, tornando mais longas as ligações entre elas.  As moléculas resultantes são mais fáceis de separar umas das outras e mais capazes de religar-se (rebondar) à temperatura ambiente com quase a mesma força.  É possível repetir o rebonding. As tintas esticadas, auto-sanadoras e outros revestimentos recentemente tomaram um passo mais perto do uso comum, graças à pesquisa realizada na Universidade de Illinois.  Os cientistas utilizaram componentes “off-the-shelf” para criar um polímero que se reúne depois de cortado pela metade, sem a adição de catalisadores ou outros produtos químicos.  A poliureia tornou-se, então, uma solução a longo prazo preferida para barcos estreitos. O revestimento tradicional com betume, conhecido como “blacking”, está aos poucos sendo substituído pela prática de revestimentos de poliureia.  A vantagem mais clara é que não é necessário reaplicar um casco a cada 3-4 anos porque os revestimentos de poliureia podem durar entre 25 e 30 anos.  A poliureia no revestimento de pisos A poliureia é um revestimento que apresenta diversas vantagens quando bem aplicado. Por ser um revestimento versátil pode ser usado como piso decorativo ou ainda em fábricas e estacionamentos. A poliureia é impermeável, resistente às variações de temperatura e à ação dos raios ultravioleta.  A aplicação da poliureia deve ocorrer depois de um primer e a superfície deve estar limpa. Esse tratamento da superfície possibilita a selagem dos poros e de pontos de areia soltos no contrapiso, garantindo uma melhor aderência ao concreto. A depender da superfície que receberá o revestimento, é possível aplicar a poliureia com pistolas ou equipamentos de baixa ou alta pressão. É muito importante que profissionais treinados executem todo o trabalho.  A execução inadequada do serviço, inclusive o não cumprimento das instruções do fabricante, é um ponto de grande insatisfação com o revestimento de poliureia. Como resultado, o revestimento pode apresentar infiltrações, formar bolhas, criar fissuras e até soltar da superfície. A NBR 16545, que trata dos requisitos de desempenho de revestimentos de alta espessura com sistema de poliureia e híbridos de poliureia/poliuretano, e a NBR 9575, que trata de seleção e projetos de impermeabilização, são importantes normas a serem seguidas na aplicação da poliureia.A Hardyfloor tem mais de 25 anos de atuação no mercado de pisos e revestimentos utilizando a mais avançada tecnologia para propor soluções específicas para cada cliente. Portanto, entre em contato e conheça nossos serviços.

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Conheça as vantagens do sistema de pintura para piso.

Conheça as vantagens do sistema de pintura para piso Conheça as vantagens do sistema de pintura para piso O sistema de pintura para piso é bastante popular e frequentemente utilizado em locais que precisam de sinalização. É muito comum encontrar esse tipo de piso em áreas comerciais e industriais, quadras de esportes e aeroportos. Mas existem outros locais onde esse piso pode ser usado, pois sua aplicação é muito diversificada. Além disso, possui boa durabilidade e excelente relação custo x benefício. Bateu curiosidade? Então vamos entender como esse sistema é aplicado e conhecer melhor as vantagens que ele oferece. Como é aplicado o sistema de pintura para piso? O sistema de pintura para piso é composto por resinas como epóxi, uretano, MMA (metilmetacrilato) ou poliuretano. Esses componentes químicos são muito utilizados por serem leves, flexíveis e resistentes à abrasão. Além disso, esses compostos são impermeáveis, de fácil manutenção e resistentes para suportar o tráfego de leve a moderado. A etapa inicial do processo de pintura é a análise do substrato (base) onde ela será aplicada, para identificar o produto mais adequado. Após essa análise, deve ser feita a uniformização do piso, com uma enceradeira com disco abrasivo. Depois, as impurezas devem ser retiradas com um aspirador apropriado. Só então são aplicadas as demãos com o produto escolhido. O revestimento Hardypaint é composto por uma camada de primer (selador) que se infiltra na base e forma uma camada de aderência entre o substrato e o acabamento final. Quais as vantagens do sistema de pintura para piso? Já sabemos que é bastante comum encontrar esse tipo de piso nos mais diversos locais. Mas por que eles são tão populares? Vamos conhecer algumas vantagens do sistema de pintura para piso que a Hardypaint oferece. Fácil aplicação A aplicação da pintura para piso é bastante simples. Depois de preparado o substrato (com a higienização e o primer), são passadas duas demãos do produto escolhido, com o intervalo de acordo com as orientações do fabricante. São utilizados basicamente um misturador, rodos e rolos de pintura. Os equipamentos de proteção são os mesmos de uma pintura comum, com exceção do sapato prego, específico para piso. Excelente relação custo x benefício Como a aplicação é simples, com poucos profissionais e equipamentos de baixo custo, o investimento também é acessível. Tudo isso favorece o uso desse piso em áreas extensas, como estacionamentos e aeroportos. Fácil higienização e manutenção A higienização desse tipo de piso é feita preferencialmente com água e sabão neutro. Produtos à base de solventes podem danificar a cor. Para renovação do piso, basta um novo polimento, com uma ou duas demãos. Diversas bases para aplicação A pintura para piso pode ser aplicada em bases de madeira, cimento, cerâmica, ferro, aço e alumínio. Por essa razão, a versatilidade é uma das maiores vantagens desse sistema de pintura. Nos pisos de madeira, a mudança da cor original proporciona um acabamento moderno aos mais variados ambientes. Os pisos de cerâmica também ganham características diferenciadas com a pintura, proporcionando um aspecto renovado. Entretanto, esse sistema de pintura é mais utilizado em pisos de cimento, em áreas como estacionamentos, quadras esportivas, fábricas e estabelecimentos comerciais. Impermeável e monolítico O aspecto contínuo (sem juntas ou divisões) do piso monolítico favorece a sua limpeza e manutenção, aumentando a durabilidade. Os componentes utilizados no sistema Hardypaint ST Epóxi de aplicação da pintura dão ao piso a impermeabilidade necessária para proteger o ambiente de infiltrações e possuem formulação de uso geral com boa resistência química e mecânica. Resistente aos raios ultravioleta e variações de temperatura A sinalização é um dos itens mais importantes de segurança em estacionamentos e quadras poliesportivas. Por esta razão, a qualidade da pintura é fundamental para sinalizações com cores vibrantes e bem definidas. O piso de áreas externas acaba sofrendo desgaste não apenas pela ação do trânsito de pessoas e veículos, mas também pela incidência de raios ultravioleta e pelas mudanças de clima, com variações de temperatura. Para proporcionar a durabilidade que o piso externo exige, o sistema Hardypaint PU Poliuretano possui formulação com excelente resistência aos raios ultra violeta, com maior durabilidade do brilho. Além disso, é flexível e resistente a produtos químicos. Eficiente contra descargas estáticas Em alguns ambientes que usam equipamentos de alta precisão, pode ocorrer acúmulo de cargas elétricas, que podem colocar as pessoas e os equipamentos em risco. Os pisos condutivos tem a função de dissipar as cargas elétricas desses ambientes. O sistema Hardypaint CT Condutivo é ideal para pisos em ambientes que necessitem de características condutivas ou antiestáticas. Resistente ao impacto, abrasão e aderência A atividade industrial exige que os pisos resistam aos impactos causados por máquinas e equipamentos. Porém, algumas indústrias como a alimentícia e a farmacêutica, demandam proteção adicional contra agentes patológicos. O sistema Hardypaint UT Uretano é indicado para indústrias químicas, alimentícias e de bebidas, por sua excelente resistência química, térmica e mecânica. Contém ainda agentes fungicidas e bactericidas que atuam contra a contaminação dos produtos. Alta qualidade de acabamento A pintura para piso é um processo que confere aos pisos uma boa qualidade de acabamento, seja com o aspecto liso ou com efeito semelhante a uma “casca de laranja”. Esses resultados são obtidos com técnicas diferentes de rolagem durante a pintura. O sistema Hardypaint MC Multicor oferece boa resistência química e mecânica, além de ser elegante e decorativo. Pintura para parede? Fazemos! A Hardfloor também possui sistema de pintura para parede, usando compostos sólidos e também versões base d’água e condutiva/dissipativa com cargas de carbono.  O sistema Hardywall utiliza as mesmas técnicas do sistema Hardypaint para proporcionar o melhor acabamento à pintura das paredes das mais diversas bases.  Ainda em dúvida? Podemos ajudar! Sabemos o quanto é importante para as empresas a escolha do piso adequado. Para ajudar na decisão, conheça nossos cases, onde aplicamos diversos tipos de pisos, inclusive o Hardypaint, para os nossos clientes. Depois, converse com a gente! Hardyfloor Group está entre as 10 melhores empresas de revestimento RAD do Brasil!

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Conheça as vantagens de aplicar resina sobre os pisos de concreto

Conheça as vantagens de aplicar resina sobre os pisos de concreto Os pisos de concreto e cimento usinado são amplamente utilizados em edifícios comerciais, supermercados, shoppings e estacionamentos. São versáteis, duráveis e resistentes. Entretanto, com o passar do tempo, os pisos de concreto podem sofrer fissuras, desgaste gerando pó, o que favorece o surgimento de infiltrações e compromete a estrutura metálica das  edificações com oxidação e ferrugem.  Além disso, os pisos podem se tornar escorregadios, comprometendo a segurança dos usuários. Outro problema é que esses pisos ficam manchados, o que interfere negativamente na estética dos ambientes. As resinas são substâncias que previnem vários desses problemas e conferem aos pisos de concreto maior durabilidade. Vamos conhecer melhor os pisos de concreto e compreender quais as vantagens que as resinas oferecem quando aplicadas sobre esses pisos. Os pisos de concreto  O concreto convencional é uma mistura de cimento, areia e outros materiais e, de preferência, vem da usina. Os pisos de concreto aplicados sobre o substrato geralmente têm boa durabilidade.  Apesar da versatilidade, os pisos de concreto podem apresentar alguns problemas.  Quais as vantagens de aplicar resina sobre os pisos de concreto? As resinas podem ser aplicadas sobre bases cimentícias, cerâmicas, madeiras, ferro, aço e alumínio. A aplicação da resina sobre os pisos de concreto confere a esses pisos várias vantagens: Quais as soluções que a Hardyfloor oferece para pisos de concreto? Todos os sistemas da Hardyfloor podem ser aplicados em bases cimentícias e proporcionar os benefícios da resina sobre o piso. Entretanto, além dos sistemas de piso resinado, a Hardyfloor oferece serviços que recuperam e nivelam a estrutura de concreto. Aplicação do grout cimentício auto adensável Os sistemas de grout cimentício auto adensável podem ser instalados sobre um substrato existente para nivelar e corrigir quaisquer irregularidades de superfície antes da instalação dos revestimentos para pisos.  Finalização do grout cimentício auto adensável Porém, podem também desempenhar a função semelhante a de um piso acabado sem a necessidade de um revestimento.  Sistema Hardyconcret O Sistema Hardyconcret (grout cimentício) é um produto que nivela e regulariza pisos de concreto, lajes em alvenaria em geral. De fácil aplicação, rapidez e excelente relação custo-benefício. É utilizado em casos em que o concreto está desgastado, mas não necessita de uma nova concretagem. Diferentemente dos concretos convencionais, o Sistema Hardyconcret é modificado com polímeros, com características de alto fluxo e, ao contrário do concreto tradicional, não requer a adição de quantidades excessivas de água para a execução. O sistema Hardyconcret é normalmente usado para criar uma superfície plana e lisa (Ff/Fl) específicos e com uma resistência à compressão semelhante ou superior à do concreto tradicional  e também pode receber revestimentos com resinas epóxi, poliuretano, MMA ou uretano. Sistema Hardycut O Sistema Hardycut (lapidação de concreto ou concreto polido) é um processo de várias etapas em que um piso de concreto é mecanicamente retificado, polido com abrasivos, a fim de cortar a superfície de concreto. Em seguida, é refinado com cada corte para atingir um nível de aparência especificado.  Esse processo também inclui o uso de um produto químico penetrante conhecido como endurecedor. O densificador/endurecedor de concreto penetra no concreto e cria uma reação química para ajudar a endurecer e proteger a superfície. Durante o polimento do concreto, a superfície é processada através de uma série de etapas  Sistema Hardycut O Hardycut é uma forma de revestimento de design sustentável, pois utiliza um material que já foi colocado. Os pisos de concreto polido são de baixa manutenção, pois são duráveis e fáceis de limpar.  O concreto lapidado reduz os problemas com ácaros e alérgenos e previne contra a proliferação de fungos, além de ser facilmente mantido com o uso de água e detergente neutro. Por ser altamente reflexivo, reduz as necessidades de iluminação e pode melhorar a iluminação natural. Sistema Hardygrout  As argamassas de alta resistência Hardyfloor são fornecidas com formulações de uretano, epóxi, MMA, cimentícias e éster de vinílica para uso em diversos ambientes industriais e comerciais. São argamassas sem retração que eliminam rachaduras, buracos e trincas maiores.  Aplicação do Sistema Hardygrout Conseguiu escolher? Qualquer que seja a sua escolha, a Hardyfloor possui um sistema de piso resinado ou de recuperação para o seu piso de concreto ou cimento queimado. Comprometida em atender às necessidades dos clientes, a Hardyfloor fornece sistemas e produtos para as mais variadas demandas. Entre em contato conosco e conheça nossas soluções!

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Como retirar as bolhas do piso resinado?

Como retirar as bolhas do piso resinado? As bolhas do piso resinado são bastante comuns durante a cura, logo após a aplicação da resina. Essas bolhas são formadas por círculos pequenos e perfeitamente redondos que aparecem na superfície do revestimento recém aplicado.  Embora esteticamente desagradável, essa anomalia superficial não afeta a integridade do revestimento em si, portanto não há motivos para preocupações.  Esse problema é na verdade um subproduto muito comum de um efeito chamado “outgassing”.  Nesse artigo, vamos falar sobre o “outgassing” e as formas mais eficientes e seguras de retirar as bolhas do piso resinado.  O que é “outgassing”? Antes da aplicação, os componentes do revestimento são misturados e ocorre um processo de catalisação, em que a resina e os endurecedores passam por reações químicas e começam a produzir algumas bolhas. Algumas resinas podem produzir mais bolhas que outras durante esse processo.  Durante a aplicação do revestimento, os gases retidos dentro do concreto são liberados, em um processo de desgaseificação ou “outgassing”. Essa condição é temporária e, ao contrário do problema mais sério de transmissão de vapor de umidade, não compromete a estrutura do piso.  A desgaseificação produz duas bolhas distintas. As pequenas bolhas conhecidas como “cabeça de alfinete” deixam uma pequena cratera redonda no revestimento após o estouro do gás. Entretanto, também podem ocorrer bolhas que emergem do revestimento. Isso acontece porque, à medida que um piso resinado endurece e ocorre a desgaseificação, as bolhas sobem à superfície e podem reter líquidos e sujeira.  O borbulhamento também pode acontecer se o próprio concreto tiver ar preso no interior. Ao despejar um piso resinado, o ar pode escapar do concreto e causar bolhas na superfície. A liberação de gases também pode ocorrer a partir de mudanças nas condições do ambiente. Mas o que pode ser feito para retirar os furos e as bolhas do piso resinado? Existem vários métodos que os profissionais empregam na remoção de bolhas nos pisos. Vamos conhecer. Uso de rolo quebra bolha Geralmente utilizado para cimento autonivelante, o rolo quebra bolhas é uma ferramenta indispensável para fazer o primeiro nivelamento, seja com a base, com primer base ou uma resina primer com carga.  O rolo quebra bolhas é uma ferramenta bastante utilizada para ajudar no nivelamento, no adensamento da carga e, claro, para furar as bolhas. Para utilizar o rolo, o ideal é passar quatro vezes por faixa de rolagem, o que geralmente garante a quebra das bolhas.  Acompanhe aqui nosso método de uso do rolo fura bolhas nas obras do metrô da Linha 17 – Ouro do Metrô de São Paulo. Utilização de soprador externo e secador O soprador térmico é uma ferramenta também bastante utilizada para fazer o acabamento do piso, a remoção de epóxi no azulejo, corte para ralos e outros serviços. É uma ferramenta que produz uma grande quantidade de calor. Como resultado, ela amolece o epóxi, facilitando o trabalho em várias etapas.  O secador de cabelo também é utilizado para retirar bolhas do piso. O calor produzido por essas ferramentas de ar quente acaba quebrando a tensão superficial da bolha para liberar o oxigênio.  Locais com móveis embutidos, serralherias e outros que produzem muito pó precisam de atenção extra na utilização tanto do secador quanto do soprador.  Esses ambientes precisam de uma boa higienização porque essas ferramentas podem levantar a poeira e contaminar o revestimento. Outro cuidado com essas ferramentas é quanto ao uso do fio de extensão, que pode gerar acidentes.  Acompanhe aqui o uso do soprador para acabamento de piso de um dos nossos clientes. Uso do maçarico Embora não seja recomendável, o maçarico pode ser um recurso para quebrar as bolhas do piso. Essa ferramenta é bastante perigosa porque conforme o gás vai sendo utilizado, a chama pode ficar descontrolada e causar queimaduras.  Caso a empresa precise usar maçarico, é importante usar os de alta pressão, com acendedores automáticos e manter uma boa distância da resina. Também é importante ter atenção com plásticos e papéis pelos riscos de incêndio. Reaplicação Se as bolhas aparecerem após a aplicação devido a desgaseificação do concreto, pode ser necessário uma repintura da área com lixamento prévio. Isso garante a integridade do piso ao aplicar demãos futuras. Acompanhe aqui o processo de reaplicação que realizamos na Universidade de São Paulo – USP. Conheça as soluções da Hardyfloor Atuando há mais de 20 anos no mercado de pisos e revestimentos, a Hardyfloor utiliza técnicas avançadas para proporcionar as melhores soluções aos clientes. Temos um staff composto por representantes técnicos e aplicadores que atuam em todo o território nacional.  Assim, nosso cuidado criterioso com trabalho executado nos levou a atingir padrões internacionais de qualidade, reconhecidos por clientes que atuam em diferentes ramos de atividade.  Temos cases de sucesso entre clientes que atuam na indústria de papel e celulose, soluções em alumínio, alimentos e bebidas, químicas, soluções automotivas, estacionamentos, entre tantos outros. Entre em contato conosco e conheça nossas soluções!

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